22 de nov. de 2011
21 de nov. de 2011
Um não-lugar
Naquele tempo, não muito diferente de hoje, no interior de cada apartamento, grandes dramas eram encenados… Não havia privacidade nem anonimato. Uma pessoa, ou era ator principal do drama, ou mero espectador… Mas uma coisa era certA: todo mundo sabia da vida de todo mundo!
Dia 23, quarta, 20h no SESC São José dos Campos.
UM LUGAR CHAMADO DROPSIE
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Foto: Wallace Puosso. Detalhe de ensaio. Na foto, Marcio Santamaria e Paulo Barja
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Dia 23, quarta, 20h no SESC São José dos Campos.
UM LUGAR CHAMADO DROPSIE
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Foto: Wallace Puosso. Detalhe de ensaio. Na foto, Marcio Santamaria e Paulo Barja
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18 de nov. de 2011
Teatro para Ouvir
O Cubo Cênico desenvolve um trabalho de pesquisa e investigação cênica baseado em novelas gráficas, roteiros de cinema, indicações técnicas ou estilísticas utilizadas como pontos de referência pelos atores. Os métodos para criação atoral, além de se apoiarem na memória e na espontaneidade individuais, envolve a leitura de textos teóricos e literários. O texto nasce junto com o espetáculo, nas palavras e cenas que o grupo vier a experimentar.
Dessa forma, "Um Lugar Chamado Dropsie" começa a ser fundamentado. A primeira etapa, será a leitura pública da adaptação da obra de Will Eisner na próxima quarta-feira, 23/11 no SESC SJCampos.
Dessa forma, "Um Lugar Chamado Dropsie" começa a ser fundamentado. A primeira etapa, será a leitura pública da adaptação da obra de Will Eisner na próxima quarta-feira, 23/11 no SESC SJCampos.
8 de nov. de 2011
1 de nov. de 2011
24 de out. de 2011
15 de out. de 2011
Ensaio de orquestra
14 de outubro de 2011
Hoje o ensaio da leitura foi musical: Summertime. Com o teclado na mão, o maestro Paulo Barja regeu o elenco… logo depois, ouvimos "Round Midnight", numa versão feita pelo próprio Paulo e as outras melodias que serão intercaladas à leitura. Tivemos até a iniciativa da Marianna Mar, que se propôs a cantar "Round Midnight". Por fim discutimos quais serão os objetos e os figurinos que usaremos em cena. SABEMOS que a leitura dramática é mais importante, mas não custa nada "apimentar" um pouquinho o “Teatro para ouvir” com figurinos, adereços e muúica de fundo, ao vivo…
Semana que vem tem mais.
TL
2 de out. de 2011
Ensaio da leitura – 30/09/2011
Um lugar chamado Dropsie (num lugar chamado SESC)
Na noite desta última sexta feira (30/09), Wallace Puosso, Thais Lopes, Paulo Barja, Marcio Santamaria, Evandro Valentim e Conceição Castro, (mais Mariana Mar que se ausentou por conta de prova na faculdade), se reuniram para o segundo encontro de leitura do texto "Um Lugar chamado Dropsie", a partir de obra do mestre Will Eisner, adaptado pelo Cubo Cênico. Foi momento em que dividimos as personagens, criamos caracterização vocal e nos divertimos muito… muito mesmo. Outros ensaios ocorrerão nas próximas sextas-feiras… Assim esperamos que nossa leitura dramática através do Projeto “Teatro para Ouvir” do Sesc, seja visceral, como o são os quadrinhos de Will Eisner.
O projeto "Teatro Para Ouvir" comemora 20 anos, desde a primeira leitura no SESC, em 1991.
Nós, do Cubo Cênico, agradecemos aos nossos amigos de leitura e ao Sesc pela oportunidade.
Cia Cubo Cênico
Thais Lopes
Wallace Puosso
13 de set. de 2011
Novidade
PROJETO "TEATRO PARA OUVIR"
Primeiro ensaio já nesta sexta-feira, 16/09 no SESC São José dos Campos, com Conceição Castro, Evandro Valentin, Marcio Santamaria, Marianna Mar e Thais Lopes.
A leitura dramática do texto "Um Lugar Chamado Dropsie", adaptado por Wallace Puosso, ocorrerá na segunda quinzena de novembro e complementa os estudos já iniciados a partir de contos curtos de Marina Colasanti e pesquisa sobre cinema e graphic novels.
O cartaz foi criado a partir da arte da Sutil Companhia de Teatro.
Aguardem!
9 de ago. de 2011
A estrutura da narrativa dramática
A matéria dramático-narrativa mostra uma história, a partir de um ângulo de visão ou foco e vai encadeando as seqüências de uma fabulação, cuja ação é vivida pelos personagens e está situada em determinado espaço, de um determinado tempo e se comunica através do discurso associado a muitas outras narrativas, pretendendo que seja vista e compreendida pelos seus espectadores - e/ou leitores - quando se fala de literatura dramática.
Estudando esta narrativa, Aristóteles apresenta em sua Poética a Lei das Três Unidades, que dominou todo o período do classicismo francês: unidades de tempo, lugar e ação. No entanto as unidades de tempo e lugar, com o passar do tempo, foram postas de lado, restando apenas a UNIDADE DA AÇÃO DRAMÁTICA.
Unidade – o todo do texto dramatúrgico deve formar um só corpo orgânico, com princípio, meio e fim, onde o final esteja atrelado ao meio e o meio ao início, a partir de uma ação dramática.
Ação dramática – é que provém da execução de uma vontade, com a determinação de cumprir essa intenção.
Teatro, pois, é ação, ação dramática; ação dramática é conflito – em geral uma vontade consciente caminhando determinantemente em direção a seus objetivos.
No teatro dramático, estes são os elementos norteadores da narrativa teatral: Introdução-desenvolvimento-clímax-solução.
O conflito é o cerne de todo texto teatral. Assim a primeira exigência que temos que fazer de um texto teatral é que ele tenha conflitos e que estes conflitos possam ser identificados, que se possa determinar o conflito central, primordial, que vai nos dar a linha mestra do texto.
Num texto dramático, pode haver conflitos variados de toda espécie, mas subordinados a um conflito central.
Cada cena também traz um conflito que nasce, se instala, cresce, aumenta e se resolve. As forças em oposição, as vontades contraditórias, as energias opostas não permanecerão sempre iguais, o conflito crescerá, se intensificará, aumentará, até que atinja seu clímax e um novo momento onde percebemos uma modificação em seus protagonistas e na própria situação inicial proposta.
Portanto, tudo está ligado a tudo e tudo se move num conjunto como o das grandes constelações. Tudo depende de tudo e nada tem sentido tomado isoladamente. Por conseguinte, se aplicarmos esta afirmativa ao drama, tudo numa peça de teatro deve estar inter-relacionado. A peça deve ser um conjunto onde todas as coisas dependem umas das outras.
Um galo sozinho não tece uma manhã,
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito e o lance a outro;
E de outros galos que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.
João Cabral de Melo Neto
Estudando esta narrativa, Aristóteles apresenta em sua Poética a Lei das Três Unidades, que dominou todo o período do classicismo francês: unidades de tempo, lugar e ação. No entanto as unidades de tempo e lugar, com o passar do tempo, foram postas de lado, restando apenas a UNIDADE DA AÇÃO DRAMÁTICA.
Unidade – o todo do texto dramatúrgico deve formar um só corpo orgânico, com princípio, meio e fim, onde o final esteja atrelado ao meio e o meio ao início, a partir de uma ação dramática.
Ação dramática – é que provém da execução de uma vontade, com a determinação de cumprir essa intenção.
Teatro, pois, é ação, ação dramática; ação dramática é conflito – em geral uma vontade consciente caminhando determinantemente em direção a seus objetivos.
No teatro dramático, estes são os elementos norteadores da narrativa teatral: Introdução-desenvolvimento-clímax-solução.
O conflito é o cerne de todo texto teatral. Assim a primeira exigência que temos que fazer de um texto teatral é que ele tenha conflitos e que estes conflitos possam ser identificados, que se possa determinar o conflito central, primordial, que vai nos dar a linha mestra do texto.
Num texto dramático, pode haver conflitos variados de toda espécie, mas subordinados a um conflito central.
Cada cena também traz um conflito que nasce, se instala, cresce, aumenta e se resolve. As forças em oposição, as vontades contraditórias, as energias opostas não permanecerão sempre iguais, o conflito crescerá, se intensificará, aumentará, até que atinja seu clímax e um novo momento onde percebemos uma modificação em seus protagonistas e na própria situação inicial proposta.
Portanto, tudo está ligado a tudo e tudo se move num conjunto como o das grandes constelações. Tudo depende de tudo e nada tem sentido tomado isoladamente. Por conseguinte, se aplicarmos esta afirmativa ao drama, tudo numa peça de teatro deve estar inter-relacionado. A peça deve ser um conjunto onde todas as coisas dependem umas das outras.
Um galo sozinho não tece uma manhã,
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito e o lance a outro;
E de outros galos que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.
João Cabral de Melo Neto
3 de jul. de 2011
Contos de Amor Rasgados - Marina Colasanti
A quem possa interessar"Abriu a janela no exato em que a garrafa com a mensagem passava, levada pelo vento. (...) Então, com toda delicadeza, devolveu-a ao vento."
Cantata dividida
"Desde os tempos de namoro, amavam-se numa língua que só os dois conheciam. (...)Foi também em sua língua que se desentenderam e, depois de muitas brigas resolveram separar suas vidas. (...)"
A paixão da sua vida
"Amava a morte. Mas não era correspondido. (...)"
Conto em letras garrafais
"Todos os dias esvaziava uma garrafa, colocava dentro sua mensagem, e a entregava ao mar. (...)"
Uma vida ao lado
"Fina, a parede. E além dela, a vida do vizinho.
Irritante a principio. Ruídos, pancadas, tosse, tudo interferindo, infiltrando-se. Depois, aos poucos, familiar.(...)"
Para que ninguém a quisesse
"Porque os homens olhavam demais para sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar.(...)"
Sem novidades do Front
"Esperava que o marido voltasse da guerra. Durante os primeiros anos, quando certamente não chegaria, preparou compotas. Depois, a partir do momento em que o regresso se tornava uma possibilidade iminente, assou pães, e a cada semana uma torta de peras, (...)"
Trechos retirados do Livro "Contos de amor rasgados" de Marina Colasanti,
contos estudados para o processo de trabalho, que inspiram e instigam. TL
24 de jun. de 2011
Processo
Janelas entreabertas em frestas mal fechadas; portas trancafiadas para conter as baratas; paredes desenhadas por giz de cera transparente; camelo na sala de estar com pneus e armação; gato siamês silencioso na mesa de centro da sala; pinguim engomado para festa na geladeira amarela; pratos dourados expostos na velha prateleira de madeira. Interessa?
7 de jun. de 2011
“O teatro não deve ser chato. Não deve ser convencional. Tem que ser inesperado. O teatro nos leva à verdade através da surpresa, da excitação, dos jogos, da alegria... O que importa é a verdade do momento presente, a convicção absoluta que só pode surgir quando o intérprete e o público formam uma só unidade. E ela aparece quando as formas transitórias atingem seu objetivo e nos levam àquele momento único e irrepetível em que uma porta se abre e nossa visão se transforma.”
PETER BROOK
PETER BROOK
27 de mai. de 2011
Ensaio # 5 (Cena 47)
Travelling + Partituras (6)
Trilha: CD Estrangeiro [1'2]
CD Milágrimas [2']
CD Yanntiersen [3']
__________________________________________
CENA EU SEI MAS NÃO DEVIA (Cena 4 e 6)
Rotina. Contraritmo das cenas do Apto e da Rua
Trabalho 1 - Ações normais
Trabalho 2 - Ações confusas
Na cena 7 - Labirinto
Entre as partituras, Ações-eco do trabalho
_________________________________________
Observações TL
Pedras como leit motive
Por que alguém anda com pedras no bolso?
Sons das pedras no bolso.
As pedras vão caindo, aos poucos desde a cena 1...
Todas compõe o fechamento.
Trilha: CD Estrangeiro [1'2]
CD Milágrimas [2']
CD Yanntiersen [3']
__________________________________________
CENA EU SEI MAS NÃO DEVIA (Cena 4 e 6)
Rotina. Contraritmo das cenas do Apto e da Rua
Trabalho 1 - Ações normais
Trabalho 2 - Ações confusas
Na cena 7 - Labirinto
Entre as partituras, Ações-eco do trabalho
_________________________________________
Observações TL
Pedras como leit motive
Por que alguém anda com pedras no bolso?
Sons das pedras no bolso.
As pedras vão caindo, aos poucos desde a cena 1...
Todas compõe o fechamento.
22 de mai. de 2011
Conversa necessaria
Aquecimento. Imagens desenhadas pelo corpo.
Stop. Um momento para respirar.
Sentados à mesa: Livros, Caderno e caneta.
Leituras, anotações, conclusões (quase).
Respiração empolgante. Projeto, planos, ações.
Momentos de reflexão.
Olhares, palavras e "Silêncios".
Uma conversa necessária ... para organizar as idéias.
TL
Stop. Um momento para respirar.
Sentados à mesa: Livros, Caderno e caneta.
Leituras, anotações, conclusões (quase).
Respiração empolgante. Projeto, planos, ações.
Momentos de reflexão.
Olhares, palavras e "Silêncios".
Uma conversa necessária ... para organizar as idéias.
TL
25 de abr. de 2011
planificando
ensaio do dia 22/04
Música de Benjamim Taubkin. Aquecimento. Partitura corporal: caixa de ferramentas do ator. Várias fotografias de uma casa imaginária: corredor / sala / quarto / banheiro / área de serviço. Esquecemos da partitura da cozinha! (precisamos lembrar disto mais tarde). Diferente da cena 501, que se transformou em "Travelling", chamamos esta cena de "47" (se é que este nome vai permanecer). Tudo muda, tudo sempre mudará. Quatro passos, mais cinco, guarda-roupas, bifurcação, esquerda, direita. Varais e roupas. Do apto 206, conceitos estreitos foram tirados, ampliados, desenhados pelo corpo. Como uma planta baixa, a cena se planifica. E agora?
T.L. / W.P.
21 de abr. de 2011
CENA_47_primeiras_experiências
Primeiros novos ensaios. 14 e 15 de abril. Cena "47".
I
Risco no chão, palavras em frases coerentes, labirintos, mitologia, entradas sem saídas.
Idéias a caminho... partitura corporal, música, trajeto, teorias.
Muitas dúvidas e algumas (poucas) certezas.
II
Rascunho do desenho de um labirinto (nada) artístico. Molde de uma casa (não) habitada. Assim vão se desenvolvendo as idéias de mais uma cena no processo de investigação para o work in process "Nossa Vida Vale mais que um Filme em P&B", da Cia. Cubo.
Do rascunho sem arte ao desenho artístico, idéias brotam a cada risco do grafite na folha branca . Corpo humano? Labirinto?
Do rascunho sem arte ao desenho artístico, idéias brotam a cada risco do grafite na folha branca . Corpo humano? Labirinto?
É preciso descobrir a porta de saída.
T.L.
avançando > > >

Depois de uma "hibernação" necessária.
Após a apresentação da cena "Travelling" em novembro, pausa pública e movimento interno.
Leituras, Gerald Thomas, Antunes, Cia. dos Atores, Marina Abramovic.
Filmes essenciais, vídeos de Pina Bausch.
Idéias fervilhando... movimentos em busca de ajuste para seguir adiante.
É 2011, com muito trabalho pela frente.
T. L.
31 de dez. de 2010
O cinema é a metáfora de um sonho compartilhado
Nesses últimos 40 dias estive em função de formatar o projeto para concorrer em editais públicos. O resumo do projeto pode ser acessado no menu superior deste blog.
Nós, da Cia. Cubo, compartilhamos o sonho da realização desse trabalho com diversos profissionais entre os quais, Luis Alberto de Abreu, Janô, Silvana Abreu, Lúcio Agra, Luiz Fuganti, Cia Quase Cinema, Cia Capadócia, Coágulo FilmeS, Oswaldo Jr. e Claudio Mendel e Andréia Barros.
À eles, nossos melhores votos de um 2011 com trabalho, criatividade e sucesso.
Voltamos na segunda quinzena de janeiro.
FORÇA SEMPRE.
W.P.
Nesses últimos 40 dias estive em função de formatar o projeto para concorrer em editais públicos. O resumo do projeto pode ser acessado no menu superior deste blog.
Nós, da Cia. Cubo, compartilhamos o sonho da realização desse trabalho com diversos profissionais entre os quais, Luis Alberto de Abreu, Janô, Silvana Abreu, Lúcio Agra, Luiz Fuganti, Cia Quase Cinema, Cia Capadócia, Coágulo FilmeS, Oswaldo Jr. e Claudio Mendel e Andréia Barros.
À eles, nossos melhores votos de um 2011 com trabalho, criatividade e sucesso.
Voltamos na segunda quinzena de janeiro.
FORÇA SEMPRE.
W.P.
18 de nov. de 2010
primeiro_ensaio_aberto - participação_estival_2010
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