
O AMOR BATE À PORTA DE TROPO
Direção: Wallace Puosso
Atuação: Mateus Rosa / William Alves
Produção e Realização: Cia. Teatral Cubo Mágico
Gênero: Comédia
Classificação: Livre
Sinopse: O que o amor é capaz de fazer com uma pessoa? Agora, imagine o amor batendo à porta de um palhaço! Conseguiu imaginar? Pois saiba que é o que acontece com Tropo, um palhaço indeciso e um pouco "matemático", que, apaixonado, tem muitas dúvidas sobre o amor e como conquistar sua amada. Deparando-se com situações cotidianas, ele dobra e desdobra os mais inusitados problemas atrás de soluções para a sua questão amorosa.
Apresentações:
06/03 (sexta-feira) - 20h
07/03 (sábado) - 20h
08/03 (domingo) - 19h
13/03 (sexta-feira) - 20h
14/03 (sábado) - 20h
15/03 (domingo) - 19h
*Todas as apresentações serão realizadas no CET - Centro de Estudos Teatrais Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Entrada pelo Parque da Cidade)
**Estacionamento no local.
Obs.: O espetáculo começará impreterivelmente no horário!
Ingresso:
Inteira: R$12,00
Meia: R$6,00
Compra antecipada: R$10,00 (e meia continua sendo R$6,00)
Informações:
(12) 9139-8138 (Mateus Rosa)
(12) 9126-6765 (Thais Lopes)
(12) 9175-2738 (Wallace Puosso)
Site: http://www.ciacubomagico.com/
23 de fev. de 2009
O amor bate à porta de Tropo - A estréia
Oficina de Palhaço - 2ª Etapa

A próxima etapa irá acontecer no final de março, e para o encerramento da oficina, está prevista uma intervenção urbana. Aguarde!
Heidegger
A segunda e última aula acontecerá no dia 12 de fevereiro.
Oficina de Palhaço
Um novo ano. Uma nova etapa.
Sempre quis ter um grupo que, além de teatro, convivesse junto, sem interferências financeiras e guerra de egos, um grupo em que a amizade estivesse acima de tudo. Arte é fundamental, mas o ser humano é mais fundamental ainda. Vivemos uma era de individualidade e virtualidade, portanto...
Ah... Também sempre foi meu sonho montar uma banda. Acho que todo adolescente passa por isso um dia, não é verdade? Virei compositor, arrisco três ou quatro acordes no violão, arranho um pouco de percussão e acho que tenho um timbre de voz privilegiado, mas já passei da idade de ter banda...
Há alguns anos atrás, publiquei um livro. Poesia, quase ninguém lê. Mas está registrado como parte da história. Cada um de nós deve registrar todos os instantâneos da vida como forma de ser eterno. O eterno é o que está oculto por trás de cada busca que temos, cada caminho que escolhemos.
Ano novo, novas-velhas promessas, viver de arte, com arte.
Tenho um grupo de pessoas multi: somos poucos e vários. Somos quase invisíveis ao stabilishment teatral que governa esta cidade. Mas somos essenciais, contraponto ao que é dito e defendido. Por isso, a responsa aumenta. E como!
Estou feliz, como poucas vezes estive. Profissionalmente falando. Talvez isso queira dizer alguma coisa. Ou não, como diria Caetano.
Um brinde ao Cubo! Que nosso ano seja prolífico.
wallace puosso, janeiro de 2008
Cubo Mágico na internet
Agora, é FATO!
Lançamento oficial do site da Companhia Teatral Cubo Mágico.
Um lugar com informações sobre os integrantes, a história do grupo e outras tantas.
E não pára por aí!
As notícias são publicadas no blog, ou seja, você pode deixar seu comentário, dúvidas, sugestões, enfim, um local totalmente interativo!
Não perca tempo!
Acesse já: www.ciacubomagico.com
O Cubo Mágico melhorando cada vez mais a comunicação com todos!
E não se esqueçam, PRESTIGIEM a CULTURA.
Saudações cubianas!
6º Fórum Artístico da Cooperativa Paulista de Teatro
O encontro reuniu artistas, criadores, intelectuais, produtores e interessados para debater e aprofundar reflexões sobre aspectos da criação dramatúrgica.
Nas palestras, os dramaturgos convidados falaram sobre seus processos de criação, além de discorrerem sobre procedimentos de trabalho e processos de pesquisa. Terminada a exposição, abriu-se o debate, quando o público pôde então trocar idéias e experiências com os participantes da mesa.
E representantes da Família Cubo Mágico estavam lá!

Wallace Puosso, Thais Lopes e Carol Toledo.
Realização:
Prefeitura Municipal de Bauru
Secretaria de Estado da Cultura
Cooperativa Paulista de Teatro
Quem somos eles?
Mateus Rosa e Thais Lopes - Praça Afonso Pena A distância entre dois caminhos - A estréia (12/08/2007)
Confira algumas fotos!

Carol Toledo, Lee Palma e Mateus Rosa - Cena: Personagens do Drama

Antonio Silvino e Peterson Marciano - Cena: 21 gramas

Lee Palma e Mateus Rosa - Cena: Fábrica
a distância entre dois caminhos

Cena: Mulheres, A Distância Entre Dois Caminhos
Outono de 2007. Desembarcamos numa estação, depois de longa viagem, um pouco pesados pelo ar rarefeito. Criamos sensações e brilho nos olhos, mas ainda estamos aprendendo. A caminhar. “Bilhetes, por favor!” – dizia o condutor. Poderia ser o chapeleiro maluco que recebeu Alice numa outra estação. Poderia ser um estrangeiro pedindo informação numa outra língua. “You understand me?” Ontem ouvimos Beatles e tomamos chá. Houve um tempo em que os deuses eram humanos e viviam em Liverpool. Houve um tempo em que viajar de trem era necessidade, vontade, desejo. “Quel son désir, mon ange?” Parados na estação de trem, contamos um pouco da vida. Há tempos, são os jovens que adoecem. E há ferrugem nos sorrisos. Contrapondo a isso, contamos histórias. ”Cuenta una historia a mi”. Nós que lidamos com arte, somos estrangeiros no coração das pessoas. Que língua você fala? A palavra é urgente, o próximo trem está chegando, me espere que eu volto.
Wallace, setembro de 2007
Como foi dito no início
"ventos sopraram, pedras rolaram, ondas bateram..."
No próximo dia 12, às 20h, você não pode perder: a apresentação da peça "A Distância entre dois Caminhos", resultado da Oficina "A Palavra em Cena", ministrada no CAC Walmor Chagas pelo ator e diretor Wallace Puosso. O espetáculo tem realização e produção do Cubo Mágico.
A peça busca uma reflexão sobre o papel do homem nesse cenário cada vez mais automatizado, virtual, eletrônico, através do estudo do gesto cotidiano, da palavra falada, do homem comum, com suas dúvidas, incertezas e sonhos. Parte de uma inquietação e ao mesmo tempo uma provocação: que motivos ou situações levam o homem, muitas vezes, a se sentir excluído de determinado ambiente? O que nos separa? A barreira da língua, a imposição de um pensamento dominante, a política, o trabalho, a concorrência? Tudo acontece numa estação de trem, aonde pessoas vêm e vão com suas histórias de vida.
O espetáculo ocorrerá no CET – Centro de Estudos Teatrais da Fundação Cultural Cassiano Ricardo - Av. Olivo Gomes (entrada do Parque da Cidade) – Santana.
diário de bordo - a distância entre dois caminhos
SAB JUL 28
Hoje fizemos uma reunião de produção e tivemos decisões importantes.
NOME DO GRUPO: CUBO MÁGICO
NOME DO ESPETÁCULO: A DISTÂNCIA ENTRE DOIS CAMINHOS
O nome do espetáculo foi sugestão do Rodrigo Roman, prontamente aceita pelo grupo.
PESQUISA: O objeto de pesquisa que o grupo desenvolverá a partir de agora ainda é um processo de busca que ainda levará um tempo. O que é saudável e positivo. Mas, algumas vertentes já aparecem: o trabalho do ator a partir da literatura transposta para a cena, teatro em ambientes não convencionais (rua, praça, galpão, bar) e uma preferência pela linguagem cômicam e a estética dos quadrinhos.
Também acertamos a produção para duas etapas distintas: a primeira, mais simples, visa divulgar a conclusão da oficina no próximo dia 12 de agosto. A segunda, mais elaborada, será pensada a partir de então, visando a estréia oficial do espetáculo, depois dos ensaios para acertos e ajustes (ainda no mês de agosto).
Temos convite para apresentações no Circo São Xico (em São Francisco Xavier) e na Confraria dos Artistas, aqui em São José dos Campos. A conferir.
diário de bordo - DOM JUL 22, 16/16
Hoje os alunos apresentaram um seminário sobre Narrativa, a partir dos textos: "O Narrador - Considerações sobre a obra de Nicolai Leskov", de Walter Benjamim e "A Narrativa na Cena" de Luiz Arthur Nunes, professor da UERJ. Este último texto é um achado. Conseguimos após uma palestra do Luiz Arthur no Fórum de Teatro do Interior, que aconteceu na cidade de Bauru no início deste ano. O Luiz é um dos poucos acadêmicos que estudam narrativa neste país.
Depois, em grupo, com a presença de Cláudio Mendel, fizemos um estudo sobre Narrativa a partir destes textos e de reflexões sobre a pesquisa que o Cláudio vem fazendo nestes últimos anos.
PRESENTES
Equipe Técnica: Wallace Puosso / Cláudio Mendel
Elenco: Allex Cardozo / António César / Carol Toledo / Erik Garcia / Lisandra Palma / Mateus Rosa / Peterson Marciano / Thais Lopes / Willian Alves
diário de bordo - DOM JUL 15, 15/16
Relembramos juntos, a mimeses corpórea trabalhada a partir do filme DOGVILLE, assistido no mês de abril.
Depois, trabalhei o encontro de duas pessoas, vindas de lados opostas, com objetivos distintos e que se encontram no meio do caminho. Toda a cena deveria durar pelo menos vinte minutos. Os gestos, muito lentos. O exercício foi muito bom. Ao final, tivemos a idéia de incorpora-lo (como cena) ao espetáculo.
Nos últimos quarenta minutos, li para o grupo o texto “Notas sobre o conceito de ação dramática”, de Roberto Mallet. Debatemos bastante depois. Elucidou algumas dúvidas que o grupo tinha.
Pela primeira vez, falamos em produção do espetáculo. Nome, logo, material gráfico, divulgação. Modos de Produção.
PRESENTES
Equipe Técnica: Wallace Puosso / Rodrigo Roman
Elenco: Allex Cardozo / António César / Carol Toledo / Erik Garcia / Lisandra Palma / Mateus Rosa / Peterson Marciano / Thais Lopes / Willian Alves
diário de bordo - DOM JUL 08, 14/16
Repassei todas as cenas contidas no roteiro (preparado no dia 30/06). Denominei essas cenas como LADO A.
Depois, resgatamos algumas cenas desenhadas anteriormente a estas, resultado de leitura de matérias de jornal. A estas denominei LADO B.
Cenas:
ESTRANGEIRA EM BELIN – Carol Toledo
MULHERES DE ATENAS – Thaís Lopes e Gabi Robbles
O LINCHAMENTO – Antônio César
FÁBRICA – Mateus Rosa e Lisandra Palma
A HISTÓRIA DE “X” – Willian Alves. Passamos a chamar esta cena de 5 SENTIDOS
LIBERDADE – Erik Garcia e Lisandra Palma
Peterson ficou de fora da criação destas cenas.
Depois, fizemos uma roda de conversa, onde eu e Rodrigo Roman expusemos a idéia da estação das histórias acontecerem numa estação de trem. Trabalhando nisso, o conceito de transitoriedade.
Allex Cardozo foi convidado a integrar-se ao elenco.
PRESENTES
Equipe Técnica: Wallace Puosso / Rodrigo Roman
Elenco: Allex Cardozo / António César / Carol Toledo / Erik Garcia / Gabi Robbles / Lisandra Palma / Mateus Rosa / Peterson Marciano / Thais Lopes / Willian Alves
diário de bordo - DOM JUL 01, 13/16
Fui apresentar o "Toda Nudez Será Castigada" em Santos, por isso, Edson Gory preparou a oficina. Bastante conversa sobre trabalho de grupo, sobre o trabalho em andamento, os cuidados com as confusões entre teatro e performance, etc...
diário de bordo - DOM JUN 30, 12/16
Das 14 às 18h
Hoje sentamos todos para a primeira redação do roteiro. Saíram mais de 15 cenas! Produzimos bastante material nesses três meses. O roteiro será lido na próxima aula e debatido. Vamos ver no que dá!!
PRESENTES
Antônio César / Carol Toledo / Erik Garcia / Gabi Robbles / Lisandra Palma / Mateus Rosa / Peterson Marciano / Thaís Lopes / Willian Alves
diário de bordo - DOM JUN 24, 11/16
REALIZADO
Hoje fiz um trabalho avaliação com o grupo. A avaliação foi positiva. Todos tiveram dificuldades durante o processo de pesquisa, pelo fato do tema não ser convencional e ao mesmo tempo amplo. Também tiveram dúvidas (alguns ainda tem) sobre a amplitude do tema. Mas foi explicado a eles que as dúvidas são sempre positivas, pois nos estimulam a buscar sempre mais, superar obstáculos. Eles concordaram com o fato do desafio ser estimulante. Desta forma, todos se sentiram (sentem) estimulados a continuar, mesmo com as limitações individuais que o grupo tem. Enquanto conjunto, existe uma força a ser considerada, mas esta força não está presente no desenvolvimento dos trabalhos individuais.
Depois da avaliação, distribuí ao grupo, dois textos: um, uma série de pequenos “tijolos” publicados no jornal Folha de S.Paulo e outro o texto “PERSONAGENS DO DRAMA” de Izaias Almada.
Solicitei ao grupo que lesse em voz alta os dois textos e em seguida, fiz um trabalho de coro a partir do texto “PERSONAGENS DO DRAMA”. Primeiro pedi ao grupo que lesse o texto em voz alta, se movimentando pelo espaço, em diversas situações de dificuldade física. Com isso, houve uma melhora considerável na qualidade da leitura. Depois disso, o grupo selecionou partes do texto que poderiam ser ditas pelo coro e partes que seriam ditas individualmente.
Em seguida, dei continuidade ao trabalho de corpo e criação de personagens (iniciado com Edson Gory):
CERTAS CANÇÕES – Lisandra Palma
A cena foi feita no camarim do CAC, a exemplo do que aconteceu com Carol na última aula. Também sugeri que Lisandra ouvisse a música Help (que a Thaís trouxe gravada no seu celular) e compusesse sua cena como se fosse uma atriz, na solidão de seu camarim. A cena não foi satisfatória, não houve potência.
DESCOBRIMENTO – Thaís Lopes
A cena não está acontecendo. A impressão que fica, é que ela “destoa” das outras. Foi sugerido que ela explorasse mais a dualidade história oficial-história real (que está apontado no texto de Izaías Almada) e reduzisse o número de objetos. Entreguei a ela a história de uma refugiada ruandesa que vive em São Paulo. Vamos tentar trocar as histórias, pra ver se a cena ganha mais sentido. Ao final, Thaís emendou sua cena com o conto “Certas Canções”. Mas faltou potência. Ela trará uma nova proposta na próxima aula.
ENCLAUSURADO – Erik Garcia
A cena foi feita igual a do último domingo, sem alterações. Faltou o Erik pensar nas palavras que estava dizendo, dando mais “colorido” e modulação às frases. Sugeri que Erik assistisse durante a semana ao filme “Old Boy”, como parte da sua pesquisa. Em resumo, faltou potência.
AS COISAS SIMPLES DA VIDA – Mateus Rosa e Willian Alves
A cena também foi feita nos moldes do que aconteceu na última aula. Willian inovou, com um objeto que faz som de vento e explorou novos movimentos a partir do buraco na parede. Não houve melhoras no trabalho de Mateus. Sugeri que ambos assistissem durante a semana ao filme “As Coisas Simples da Vida”, como parte da pesquisa. Também faltou potência ao trabalho de ambos.
CENA EM RELEVO, RETRATO EM SÉPIA – Gabi Robbles
A cena foi feita sobre um grande tecido azul no chão. E com dois grandes colares. Desta vez ela explorou mais o uso dos colares e emendou esta cena com a cena da mulher palestina, utilizando os mesmos objetos. Roman sugeriu que, na parte do enforcamento de Severino, ela pudesse dizer algumas palavras com a dificuldade imposta pela corda no pescoço. Houve potência, mas faltou um desfecho para a história da mulher palestina.
FÁBRICA – Lisandra Palma e Mateus Rosa
A cena contou com um pseudo-cenário, a partir de caixas de papelão e um tecido imitando esteira de linha de produção. A cena não foi satisfatória, não houve potência. Disse aos dois que da maneira como fizeram a cena há um mês atrás, ela tinha mais sentido, mais força. Porque era mais simbólica, menos realista. Os dois vão fazer as modificações necessárias para a próxima aula.
Peterson apareceu depois de três domingos ausente! Pegou o conto “21 Gramas”, mas não participou da construção das cenas. Ele e Willian ensaiarão comigo na quarta-feira, 27 de junho às 22h30 no CAC. Roman sugeriu ainda que todos assistissem ao filme”Zaitochi”
- Não vieram: Antonio e Carol
diário de bordo - DOM JUN 17, 10/16
Foi feito um trabalho de energético com Carlos Rosa, durante 2 horas. Em seguida, foi dado continuidade ao trabalho de corpo e criação de personagens com Edson Gory, a partir dos contos:
CERTAS CANÇÕES – Carol Toledo
A cena foi feita no camarim do CAC. Foi sugerido que Carol ouvisse mais Beatles e compusesse sua cena como se fosse uma atriz, na solidão de seu camarim.
ENCLAUSURADO – Erik Garcia
A cena foi feita com ele sentado dentro de uma bacia e nu, com duas grandes caixas à frente, tapando todo o seu corpo. Só se via a cabeça. Foi sugerido que ele diminuísse ainda mais a área visível, para que fique visível somente o rosto. Ele terá de passar, então, todo o conflito nos olhos e na força das palavras.
AS COISAS SIMPLES DA VIDA – Mateus Rosa e Willian Alves
A cena foi feita em dois planos altos (+- 2m). foi sugerido aos dois que trabalhassem o texto em conjunto, intercalando as frases, brincando com o colorido das palavras e que explorassem a sensação de desequilíbrio e altura.
CENA EM RELEVO, RETRATO EM SÉPIA – Gabi Robbles
A cena foi feita sobre um grande tecido vermelho no chão. E com dois grandes colares. Foi sugerido que ela explorasse ainda mais o tecido e os colares. Foi sugerido também, que ela emende esta cena com a cena da mulher palestina, utilizando os mesmos objetos.
- Não vieram: Peterson (doente), Lisandra (doente), Antônio e Thaís (doente)
OBS.: Acho que precisamos arrumar convênio com um ambulatório!!!






